Parentes do ex-assessor de Flávio Bolsonaro serão ouvidos pelo MPRJ

Fabrício Queiroz foi citado em relatório apresentado pelo Coaf e não compareceu em duas ocasiões para prestar depoimento. Senador Flávio Bolsonaro também será ouvido pelo MPRJ nesta quinta (10).

Familiares do ex-motorista e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL) serão ouvidos nesta terça-feira (8) pelo Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ). Fabrício José Carlos Queiroz foi citado em um relatório apresentado pelo Conselho de Controle de Atividades (Coaf).

Os familiares serão ouvidos pelo Grupo de Atribuição Originária do Procurador-Geral de Justiça (GAOCRIM), dando continuidade às investigações do caso. Fabrício Queiroz não compareceu ao MPRJ em duas ocasiões para prestar depoimento.

Segundo o MP, a defesa do investigado apresentou no dia 27 de dezembro atestados que comprovam enfermidade do ex-assessor de Flávio Bolsonaro. E afirmou ainda que ele se submeterá a cirurgia urgente. De acordo com seus advogados, Queiroz estará à disposição para prestar depoimento “tão logo tenha autorização médica”.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro: o que se sabe até agora sobre o relatório do Coaf

O senador Flávio Bolsonaro também foi convidado para prestar depoimento. A sessão foi marcada para a próxima quinta-feira (10). Ainda de acordo com MPRJ, a oitiva pode ser remarcada já que ele tem prerrogativa parlamentar.

Desde que o relatório foi divulgado, Flávio Bolsonaro afirma em entrevistas e nas suas redes sociais que não tinha o que comentar sobre o assunto e que quem deveria responder é seu ex-motorista e ex-assessor.

Onde está Queiroz?

O nome de Fabrício Queiroz aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) anexado à investigação que resultou na Operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Segundo as informações do documento, o ex-motorista movimentou R$ 1,2 milhão em uma conta bancária durante um ano. Na época, o então assessor, que também é policial militar, recebia salário de R$ 23 mil por mês. As transações foram consideradas atípicas e por isso aparecem no relatório.

Queiroz recebia da Assembleia Legislativa um salário de R$ 8.517 e acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar. Ele foi exonerado do gabinete de Flávio na Alerj em outubro.

O documento também aponta que Queiroz repassou R$ 24 mil para Michelle Bolsonaro, futura primeira-dama. Sobre este pagamento, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que era a quitação de um empréstimo de R$ 40 mil feito por ele ao ex-motorista.

O ex-assessor foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro e ganhava R$ 23 mil por mês. Ele era motorista de Flávio Bolsonaro e também tinha vínculo com a Polícia Militar.

O deputado Flávio Bolsonaro, que se elegeu senador este ano e não é investigado, afirma que não fez “nada de errado” e que espera que o caso seja esclarecido.

crédito: G1

 

Abidene conversa com lideranças política e participa de evento esportivo.

Ao lado dos suplentes: Thiago Fernandes, Léo Lima e João Paulo da CDL e organizador do evento, o vereador e primeiro suplente de deputado estadual Abidene participou da abertura oficial da IV Copa de Futsal no Ginásio do Bairro de Emaus. ” É muito importante iniciativas como essa, de fomentar a prática esportiva como redutor da Criminalidade, dentre outros, estarei sempre à disposição para apoiar esses eventos! João Paulo e todos os atletas estão de Parabéns! Disse o parlamentar ao final do evento. Participaram da abertura vários times de Futsal de Parnamirim e municípios vizinhos.

 

Governo deve editar nesta semana MP contra fraude na Previdência, diz Onyx

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog que, nesta semana, “deve aparecer” uma medida provisória editada pelo governo contra fraudes na Previdência, com foco no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Ele disse que o presidente Jair Bolsonaro ainda não viu o texto da medida provisória – mas que a Casa Civil e a equipe econômica já o validaram e querem apresentá-lo ao presidente ainda nesta semana.

“Deve aparecer nesta semana a medida provisória. Ele viaja para Davos [Suíça] na semana do dia 20. Então, vai ser antes, com foco no INSS e com critérios mais rígidos para o benefício”, afirmou.

Nesta segunda-feira (7), Onyx vai se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Também nesta semana o texto da Reforma da Previdência será discutido com o presidente. Até o começo do ano legislativo, em fevereiro, o governo quer ter todos os detalhes do projeto fechado para apresentá-lo aos congressistas.

Governadores

Alguns dos principais governadores do país também trabalham pela reforma. O governador de São Paulo, João Doria, disse ao blog que, no dia 30 de janeiro, vai reunir, na capital paulista, outros governadores para discutir a reforma.

“Será uma reunião com governadores que já têm esse compromisso de mobilizar suas bancadas para apoiar a reforma da Previdência no Congresso Nacional”, disse o tucano.

Na semana passada, Doria declarou apoio ao deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o comando da Câmara. “Ele tem o compromisso de aprovar a reforma“, ressaltou.

crédito: G1

RN começa 2019 com 15 açudes em volume morto ou completamente secos

Crédito: G1

Maioria da população é contra redução de leis trabalhistas e privatizações em série de estatais, diz Datafolha

Dos entrevistados, 60% se posicionaram contra as privatizações e 57% contra redução da legislação trabalhista. Pesquisa foi realizada em 18 e 19 de dezembro em 130 cidades.

 

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste sábado (5) apontou que a maioria dos brasileiros é contra a redução de leis trabalhistas e a privatização “do maior número possível” de estatais.

O Datafolha perguntou aos entrevistados: “O governo deve privatizar, ou seja, vender para empresas privadas, o maior número possível de estatais?” 60% disseram que discordam totalmente ou em parte.

Na pergunta sobre se “é preciso ter menos leis trabalhistas”, 57% responderam que discordam totalmente ou em parte.

A pesquisa foi realizada em 18 e 19 de dezembro e ouviu 2.077 pessoas em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

Disseram que concordam totalmente ou em parte com as privatizações 34% dos entrevistados. 40% se disseram favoráveis, totalmente ou em parte, à redução de leis trabalhistas.

Outra pergunta da pesquisa foi: “Mulheres ganharem menos do que os homens é um problema das empresas e não do governo?” 37% disseram concordar totalmente ou em parte. 51% discordaram. O restante, não sabe ou não quis responder.

Resposta por setores da população

Segundo o Datafolha, o apoio às privatizações é maior entre homens, pessoas com curso superior e moradores das regiões Norte e Centro-Oeste.

Também é maior entre os mais ricos: 56% dos que ganham acima de dez salários mínimos se disseram favoráveis às privatizações.

Quem mais discorda da medida são as mulheres, pessoas com escolaridade média, moradores do Sul e do Nordeste e os mais pobres.

Sobre a redução de leis trabalhistas, são mais favoráveis os homens, de setores mais ricos da população e moradores do Sul.

Os menos favoráveis são os mais pobres, mulheres, moradores do Centro-Oeste e do Norte.

Bolsonaro dá o menor reajuste ao salário mínimo em 24 anos.

No 1º decreto de seu governo, Bolsonaro diminui o valor do salário Mínimo e retira 384 milhões de reais do povo pobre: menor aumento do salário mínimo em 24 anos.
Temer previa aumentar o salário mínimo de R$954,00 para R$1.006,00, mas Bolsonaro assinou decreto hoje, 01/01/2019,após sua posse, determinando o salário mínimo de 2019 em R$998,00, oito reais a menos do que o previsto no orçamento enviado ao Congresso Nacional. Logo de cada pessoa dos 48 milhões de trabalhadores e trabalhadoras que recebem salário mínimo no Brasil, cada um/a receberá R$8,00 a menos e no total o Governo Bolsonaro reterá R$384.000.000,00 ao longo dos 12 meses. Essa foi a 1ª garfada nos direitos do povo pobre no Brasil. Isso aumentará a violência social, pois é sabido que com o aumento real do valor do salário mínimo vinha melhorando um pouco a vida dos pobres no Brasil. Os milhões de aposentados que ganham apenas salário mínimo também tiveram seu direito diminuído.
Segundo cálculos do Dieese, porém, o salário mínimo “necessário” para despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 3.959,98 ao mês em novembro deste ano de 2018.
Bolsonaro inicia seu governo cortando no salário mínimo e retroagindo o valor do salário mínimo a valor real de 24 anos atrás. Isso não é colocar “Deus e a família acima …”, mas colocar o mercado idolatrado acima do respeito à dignidade da pessoa humana.

Carlos Maia leva falta e Parnamirim perde prestígio com Fátima.

 

O único deputado estadual de Parnamirim, Carlos Maia, não consegui se reeleger e pra completar ainda levou falta na sessão de posse da governadora que ajudou a eleger. A ausência do parlamento está sendo interpretada por alguns observadores da política estadual como um recado, devido a insatisfação gerada com a distribuição dos cargos para o seu partido o PCdoB que teve apenas a indicação da Junta Comercial, incompatível com a importância da terceira maior cidade do estado, pois, tradicionalmente, a governadora sempre teve grandes grandes votações, diferente do segundo turno da última eleição, quando Fátima não ganhou de Carlos Eduardo Alves. Carlos Maia ainda não justificou o motivo de sua falta na principal sessão do ano e talvez a sua última no exercício de seu mandato que terminará em Janeiro de 2019.