Os efeitos e filtros de realidade aumentada criados por usuários serão retirados do Instagram na última terça-feira (14). A decisão acontece com o encerramento da plataforma Meta Spark, de ferramentas e conteúdos para terceiros.
O estúdio possibilitava que criadores de conteúdo desenvolvessem filtros personalizados para marcas e projetos pessoais, gerando receita e ampliando o alcance. Diante da atualização, apenas efeitos criados pela própria Meta continuarão disponíveis ao público.
Em agosto, quando a medida foi anunciada, a Meta disse que a decisão faz parte de esforços para priorizar os produtos que “atenderão melhor às necessidades futuras” dos consumidores e clientes empresariais.
“Quando lançamos a plataforma há sete anos, a realidade aumentada era uma novidade para a maioria dos usuários. Desde então, a imaginação, inovação e criatividade de nossa comunidade de criadores de RA expandiram o alcance da tecnologia para centenas de milhões de pessoas nas plataformas da Meta”, mencionou a empresa em nota.
Os usuários do Spark e dos efeitos de realidade aumentada de terceiros poderão continuar utilizando essas ferramentas em nossos aplicativos até esta terça-feira (14). Saiba como salvar os filtros antes da retirada total de efeitos da rede social.
O renomado Fest Bossa & Jazz contratou a agência Ratts Ratis para tocar o seu marketing e divulgação. O festival tem 15 anos de história e 30 edições realizadas desde 2010, com público somado de mais de 500 mil pessoas e mais de 360 atrações musicais locais, regionais, nacionais e internacionais, em lineups que contemplam estilos como Jazz, Blues, Soul, Choro, Bossa Nova e música instrumental, com acesso gratuito.
A primeira edição do Fest Bossa & Jazz aconteceu em 2010 em Natal/RN e seu contínuo crescimento fez com que este se tornasse um dos mais importantes eventos dentro do calendário cultural anual do Rio Grande do Norte. A partir de 2011 o Festival passou a acontecer também na praia de Pipa e em 2015 tornou-se um circuito chegando até São Miguel do Gostoso e no ano seguinte a Mossoró. O evento foi recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural, Turístico Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Lei 11.706 de 10/04/2024.
“Contar com a parceria da Ratts Ratis neste momento do Fest Bossa & Jazz é um divisor de águas, afinal a agência é conduzida por um empresário que também é músico, isto faz toda a diferença e nos traz tranquilidade e muita felicidade por ter firmado esta parceria; seja bem-vindo ao Fest Bossa & Jazz Pedro Ratts, pela larga experiência em marketing estratégico que possui e pela criatividade em tudo o que faz” pontuou Juçara Figueiredo, produtora e diretora do festival.
Quer conhecer um pouco mais sobre o que a Ratts Ratis pode fazer pela sua empresa ou a sua marca em 2025? Entre em contato pelo perfil @rattscom ou envie uma mensagem para 99215-9781 e agende uma visita. Você, a sua marca e o seu produto vão se surpreender.
O ano de 2024 foi um excelente ano para a equipe da agência de marketing e propaganda Ratts Ratis, a agência que mais cresceu no mercado este ano. Além de inaugurar uma nova e bela sede na avenida Rui Barbosa, com o maior estúdio de podcast do mercado, a Ratts Ratis conquistou diversos novos clientes. Entre eles estão a Rede Potiguar de Supermercados, o Pickleball Center, a Mega Cola e todos os hotéis do Grupo Camar: Nanii, 9006, Reserva Madeiro, Premium Flat, Easy Suítes e Uhane Villas.
E a agência voltou a atender o Grupo Pirâmide, que vai lançar três grandes empreeendimentos em 2025. Segundo o diretor da agência, publicitário Pedro Ratts “a nova sede nos trouxe novas energias, atualizamos e aperfeiçoamos nosso formato de atendimento e entrega, e já estamos colhendo os frutos, fechando 2024 como o melhor dos últimos cinco anos na agência” comentou Ratts.
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A Câmara de Parnamirim finaliza 2024 recebendo mais um prêmio: o de inovação em gestão pública. Dois projetos – idealizados por servidores da Casa Legislativa – foram vencedores, em categorias diferentes, da 2º edição do iNOVARN. A premiação ocorrerá na próxima sexta-feira (13), dentro do 17º Congresso de Gestão Pública do Rio Grande do Norte (CONGESP-RN).
Das três categorias existentes, a Câmara venceu em duas. Em “Ideia”, a Casa Legislativa foi a vencedora com o projeto “Gamificação do Processo Legislativo Brasileiro”. A iniciativa tem o propósito de melhorar a compreensão da sociedade brasileira acerca da importância e atuação do Poder Legislativo, e foi idealizado pelo jornalista Fernando Hippólyto, da Assessoria de Comunicação da Casa Legislativa.
Na categoria “Projeto em Execução”, a Câmara Municipal de Parnamirim foi premiada pelo projeto “Câmara Sustentável”, que reúne diversas ações e iniciativas alinhadas à Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). Desde 2021, a Casa Legislativa integra essa iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que visa incentivar a adoção de práticas sustentáveis nas instituições públicas. O projeto foi escrito e é liderado pela administradora Dalliane Pires, do Núcleo de Desenvolvimento Institucional. contando com o apoio direto da equipe e de toda a instituição para sua efetiva implementação.
“Mais uma vez, a Câmara de Parnamirim posiciona-se na vanguarda da modernização legislativa, contribuindo para a eficiência do serviço público e valorização dos servidores efetivos”, ressaltou o Presidente da Casa, Wolney França.
O iNOVARN objetiva reconhecer e incentivar os projetos de inovação desenvolvidos no âmbito da administração pública para promover soluções criativas e eficientes dos problemas públicos, por meio de políticas públicas, e desafios contemporâneos, dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das esferas estadual e municipal do Rio Grande do Norte. O propósito é desenvolver soluções inovadoras em projetos com instituições do Governo do RN para que o serviço público possa responder com mais eficiência às demandas dos cidadãos.
A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, na última sexta-feira (29), o lançamento de um foguete suborbital no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, em Parnamirim. O foguete levou mais de mil cartas de estudantes de escolas públicas com sonhos, ideais e aspirações para o futuro.
As mensagens dos estudantes voltarão à Terra depois de cruzar a atmosfera e ficarão depositadas no Oceano Atlântico. A iniciativa deu oportunidade aos alunos da rede pública de ensino de Natal, Parnamirim, São José de Mipibu e João Câmara de refletir sobre o que desejam para as próximas gerações.
O lançamento faz parte da Operação Potiguar, que envolve cerca de 300 pessoas entre militares e civis.
O foguete que será lançado possui 8 metros de comprimento, pesa 1,5 tonelada, sendo 900 quilos de combustível, e alcançará uma altitude de 150 km em cerca de 3 minutos. Ele é inteiramente desenvolvido com tecnologia nacional.
O lançamento marca a retomada da atividade do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, que não realizava lançamentos de foguetes desse porte há 13 anos.
De acordo com Christiano Pereira Haag, diretor da Barreira do Inferno, a operação é um passo significativo para o avanço das capacidades espaciais do Brasil.
Periodicamente, a Estação Espacial Internacional precisa de uma “forcinha” para ajuste de órbita (Imagem: Dima Zel/Shutterstock)
A NASA informou que uma manobra realizada pela SpaceX para, literalmente, “empurrar” a Estação Espacial Internacional (ISS) foi realizada com sucesso na última sexta-feira (8).
Para executar a missão, a empresa de Elon Musk usou uma cápsula de carga Dragon que estava acoplada ao laboratório orbital acionando seus motores por pouco mais de 12 minutos. Todo o procedimento foi monitorado por cientistas da NASA.
Teste ocorreu como o esperado
Os dados coletados durante a manobra mostraram que o experimento foi bem sucedido e que poderá ser repetido no futuro, o que deve significar uma ampliação da parceria entre a NASA e a SpaceX. A ideia é utilizar este mesmo mecanismo em 2030, quando a ISS será “derrubada” no oceano.
Para isso, a empresa vai usar uma Dragon modificada com mais de 40 propulsores. A nave convencional conta com apenas 16. Lembrando que a SpaceX também foi escolhida para desenvolver e construir o veículo Deorbit, que será usado para desorbitar a estação espacial, trazendo-a com segurança para a Terra.
Periodicamente, a Estação Espacial Internacional precisa de uma “forcinha” para ajuste de órbita (Imagem: Dima Zel/Shutterstock)
Por que foi preciso “empurrar” a ISS?
A estação espacial orbita a Terra a cerca de 400 km de altitude.
O problema é que a estrutura perde altitude gradualmente em função do arrasto das moléculas da atmosfera.
Isso significa que é necessário “empurrá-la” para uma altitude maior de vez em quando.
Este trabalho normalmente era executado pelas espaçonaves russas Soyuz.
No entanto, em função da invasão da Rússia à Ucrânia e dos planos de Moscou de criar sua própria estação espacial, a NASA começou a procurar outras alternativas.
Chegando agora à terceira patente na área de combustível, Robson mantém intensa produção acadêmica – Foto: Cícero Oliveira – UFRN
Gasolina, querosene de avião e propelente são três espécies de um mesmo “assunto”. Pela afirmação, e tomando o conhecimento do senso comum a respeito da primeira palavra, a injunção de que são tipos de combustível é facilitada. No segundo nome, já há a indicação de para qual transporte é o uso. Mas, e o propelente, o que é? E por que vamos falar dele?
Bom, propelentes são materiais energéticos que apresentam a característica específica de liberar alta quantidade de energia durante o seu uso. Eles são responsáveis pela propulsão de um determinado material. No caso, são combustíveis usados em mísseis e foguetes que, quanto mais energia liberam, melhor será. E, para aumentar essa quantidade de “força”, uma alternativa é o investimento em pesquisas. É aqui que o assunto fica mais interessante.
Do tema, uma novidade surgiu neste mês de outubro em uma pesquisa na UFRN: a criação de uma nova formulação propelente para foguetes e mísseis, envolvendo o emprego de uma liga metálica, em forma de pó. Com a alteração da composição do combustível e diferentes proporções entre as substâncias, constatou-se que todas as formulações combustionam com facilidade, de forma contínua, deixando, em todos os casos, um resíduo sólido com menos de um por cento da massa de propelente empregada.
“Os resultados encontrados atestam a viabilidade do emprego das ligas metálicas alumínio-magnésio-lítio, ou Al-Mg-Li, combinadas com azida de sódio, como combustíveis na produção/preparação de propelentes sólidos para foguetes ou mísseis”, afirma Robson Fernandes de Farias. Cientista responsável pela pesquisa, ele circunstancia que é comum a utilização de ligas de alumínio na indústria aeroespacial como material estrutural, tendo sido constantemente melhoradas ao longo do século passado e constituindo, presentemente, cerca de 80% do peso das aeronaves modernas.
O combustível é usado na forma sólida – Foto: Cícero Oliveira – UFRN
Antes de entrarmos nos pormenores da pesquisa, é pertinente falarmos de algumas minúcias dos propelentes. Usados no formato sólido — ao contrário da gasolina —, o propelente é resultante da mistura de um combustível, de um oxidante e de um aglutinante. Num foguete ou míssil, a proporção é variável entre os três ‘pilares’ e obedece às funções de cada um para se chegar à ‘explosão’. O aglutinante, por exemplo, deve, preferencialmente, facilitar a processabilidade do propelente, sendo, no mundo ideal, também uma substância combustionável.
Voltando aos pormenores, Robson Farias salienta que o propósito da pesquisa é obter novas formulações propelentes, explorando-se a capacidade da azida de sódio de atuar como composto gerador de gases, bem como a subsequente combustão do sódio metálico formado. Esse gás ‘residual’ é o N₂, um gás inerte, que não toma parte no efeito estufa, o que acaba se traduzindo também é um valor para o propelente criado. Isso tudo em um contexto no qual o emprego de ligas metálicas combinadas com compostos inorgânicos geradores de gás é uma via promissora a ser explorada.
Durante o tempo de estudo, o professor do Instituto de Química ‘criou’ duas formulações, ambas preparadas mediante acréscimo do aglutinante à mistura oxidante-liga metálica, até a obtenção de uma pasta uniforme e viscosa, considerando-se as faixas de percentuais escolhidas. Os testes de queima (combustão) foram efetuados empregando-se massas menores do que um quilo do propelente, acondicionadas em minifoguete cilíndrico, de aço inox. “O propelente em si já está finalizado. Nesse caso, não há que falar-se exatamente em protótipo, mas em uma formulação já acabada. Prosseguimos em nossas pesquisas na área de propelentes químicos, e novos pedidos de patente estão previstos para um futuro próximo”, frisa Robson Farias.
Assim como outros existem em um passado próximo. Com expertise ampla na área, este não é o primeiro pedido de patenteamento capitaneado pelo pesquisador. São exemplos o desenvolvimento anterior de um novo combustível espacial, a partir da utilização de um aglutinante “diferenciado” na formulação do propelente (Novo combustível aeroespacial), bem como o depósito que trazia a solução para uma desvantajosa relação entre combustível e oxidante nos propelentes sólidos (Novas “gasolinas” para foguetes e mísseis).
“Todas têm aplicação no setor de defesa, empregados na indústria aeroespacial, o que envolve veículos lançadores de satélite, e que se traduzem em tecnologia nacional capaz de diminuir a dependência tecnológica do exterior”, coloca o docente. Dessa última, depositada no último mês de outubro e denominada “Ligas metálicas alumínio-magnésio-lítio combinadas com azida de sódio como combustíveis na preparação de propelentes sólidos para foguetes e mísseis”, há a expectativa de ser mais um caminho científico para o aproveitamento de recursos energéticos. Robson pontua também que a temática geral na qual se insere a patente foi abordada por ele no livro Chemistry of Modified Oxide and Phosphate Surfaces: Fundamentals and Applications, especificamente no capítulo Oxides and phosphates in the formulation of new solid propellants for rockets and missiles.
Propulsão, propelente, propagar
Os hominídeos se tornaram humanos quando aprenderam a usar a combustão a seu favor. Embora a afirmação tenha contornos de inabitualidade, é defendida por cientistas como o antropólogo britânico Richard Wrangham, o qual remete a um momento bem mais rudimentar do que o vivenciado na contemporaneidade, quando o calor do fogo produzido pela queima da madeira era direcionado para obtenção de conforto térmico, cozimento de alimentos e fabricação de utensílios de cerâmica, ferramentas e armas.
A informação abre um paper cuja autoria Robson divide com o também professor da UFRN, George Santos Marinho. Nele, sabemos que o uso de combustíveis sólidos para propulsão se incorporou à história da ciência e tecnologia dos foguetes por volta do século XIII, quando os chineses desenvolveram artefatos (recreativos e bélicos) movidos à reação devido à queima da pólvora. Igualmente, conhecemos que, dentro das limitações técnicas existentes no início da década de 1930, entusiastas do voo espacial deduziram que levar artefatos do solo à órbita terrestre requeria energia disponível mediante a combustão líquida. Desse entusiasmo, a pesquisa sobre propulsão líquida passa a ser conduzida sob sigilo militar, resultando nas famosas bombas V2, utilizadas durante a II Guerra Mundial.
Além disso, ainda que tentativas existam, a propulsão química mantém-se onipresente, sendo a única disponível para lançamento de artefatos aeroespaciais, como foguetes e mísseis, a partir do solo. Por fim, embora não contemple todo o conteúdo da publicação, distingue-se que, embora cada tipo de combustível (sólido ou líquido) apresente vantagens e desvantagens no tocante à propulsão química, os sólidos levam vantagem e, portanto, predominam, notadamente na área militar. Daí a relevância de acréscimos de formulações aos propelentes.