O prefeito Rosano Taveira acaba de demitir todos os servidores ocupantes de cargos comissionados e funções gratificadas da prefeitura de Parnamirim. O ato foi publicado no diário oficial do município desse 31 de dezembro de 2018. Com essa medida, Taveira inicia o ano com uma reforma administrativa, onde irá privilegiar a nova composição política e administrativa.
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Assembleia Legislativa dará posse a Governadora e Vice-Governador Eleitos
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte concederá posse a governadora eleita e diplomada Fátima Bezerra e ao vice eleito Antenor Roberto no próximo dia 1º de janeiro de 2019. A solenidade acontecerá na Escola de Governo, às 15h, e será presidida pelo Chefe do Poder Legislativo, o deputado estadual Ezequiel Ferreira e compartilhada junto aos 23 deputados estaduais, federais, senadores, autoridades, convidados e o povo que acompanhará a sessão solene.
Ao chegarem ao Centro Administrativo, Fátima e Antenor serão recepcionados pelo presidente da Assembleia Legislativa e uma comissão de deputados, além de autoridades e convidados.
No auditório da Escola de Governo, o ritual solene começa com a leitura dos membros que ocuparão a mesa durante a sessão solene. O presidente da Assembleia designará uma comissão de parlamentares que conduzirão a governadora e o vice-governador eleitos até o palco. O Regimento Interno, estipula que o governador tomará assento à direita do presidente do Legislativo, ficando o vice-governador à esquerda da mesa.
Logo depois os presentes ouvirão o hino nacional. Fátima Bezerra e Antenor Roberto prestarão juramento à Constituição e assinarão o termo de posse, além de receberem a bandeira do Estado do Rio Grande do Norte. Em seguida, a governadora – já empossada – fará seu primeiro pronunciamento como chefe do Executivo.
O juramento será feito a convite do presidente, primeiro pela governadora e depois pelo vice-governador, que assumirão o compromisso formal nos termos: “Prometo manter, defender e cumprir as Constituições da República e do Estado, observar as leis, promover o bem geral do povo e exercer o cargo com lealdade e honra”.
Na saída da Escola de Governo, a governadora e o vice-governador seguirão até a Governadoria, onde o atual governador Robinson Faria fará a transmissão do cargo, rito que conclui a solenidade de posse.
A sessão de compromisso e de posse do governador e do vice foi convocada em cumprimento aos termos do artigo 201, capítulo VI, do Regimento Interno da Assembleia Legislativa.
Transmissão ao vivo
A cerimônia de posse será transmitida ao vivo pelas redes sociais @assembleiarn e pela TV Assembleia através do canal 51.3 do sinal aberto e nos canais 9 e 109 da Cabo e canal 16 da NET.
AL RN
Bolsonaro anuncia decreto para facilitar posse de arma a quem não tem antecedente criminal
Na campanha, ele defendeu regras mais simples para permitir a cidadãos ter arma em casa. Hoje, além de não ter antecedentes criminais, interessado precisa atender a outros requisitos.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, escreveu neste sábado (29) no Twitter que pretende garantir por meio de decreto a posse de armas de fogo a cidadão sem antecedentes criminais.
A posse dá ao cidadão o direito de manter a arma em casa. Para sair de casa com a arma, é preciso ter autorização para o porte
“Por decreto pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registro definitivo”, afirmou Bolsonaro.
Em outra mensagem, publicada posteriormente, ele disse que “outras formas de aperfeiçoamento dependem também do Congresso Nacional”.
Quando ainda era candidato, Bolsonaro afirmou em seu plano de governo que pretende reformular o Estatuto do Desarmamento.
Em declarações públicas, ele se disse a favor de facilitar a posse de armas de fogo para garantir o direito à legítima defesa para quem chama de “cidadão de bem”. Mas não especificou no plano de governo ou em suas falas quais mudanças pretende fazer no Estatuto.
No Twitter, Bolsonaro não deu detalhes sobre o decreto. Em falas anteriores nas redes sociais, o presidente eleito já havia defendido que o “cidadão de bem” possa, “com algumas poucas exigências”, ter arma em casa.
Atualmente, o Estatuto do Desarmamento permite a compra e, em condições mais restritas, o porte de armas.
As autorizações são concedidas pela Polícia Federal. As exigências para compra (posse) são as seguintes:
- Ter ao menos 25 anos
- Ter ocupação lícita
- Justificar a “efetiva necessidade” de ter uma arma
- Não estar respondendo a inquérito policial ou processo criminal
- Não ter antecedentes criminais nas justiças Federal, Estadual (incluindo juizados), Militar e Eleitoral
- Comprovar aptidão psicológica e técnica para usar arma de fogo
- Apresentar foto 3 x 4, cópias autenticadas ou original e cópia de RG e CPF, e comprovante de residência
Além disso, o Estatuto do Desarmamento prevê que a comprovação de antecedentes criminais, inquéritos e processos, de atividade lícita e de capacidade técnica e psicológica seja feita periodicamente em “período não inferior a 5 anos”.
G1
Alexandre Garcia deixa Globo e diz que não aceitaria convite do governo
Jornalista foi elogiado por Bolsonaro
Estava há 30 anos na emissora
Diz que atuará nas redes sociais
O jornalista Alexandre Garcia, 78 anos, deixou a Rede Globo nesta 6ª feira (28.dez.2018) após quase 31 anos de casa. Questionado pelo Poder360 se atuaria como porta-voz do governo de Jair Bolsonaro, Garcia disse que não foi convidado, nem aceitaria.
O jornalista foi porta-voz do governo do general João Batista Figueiredo de 1979 a 1980.
Em 2 de dezembro, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, compartilhou em seu Twitter 1 texto publicado por Garcia. Na rede social, o militar agradece a “menção e reflexão” do jornalista.
Bolsonaro referia-se ao texto “Nunca Antes”, publicado pelo jornalista no Facebook em 30 de novembro de 2018. Na publicação, Garcia escreveu que sua mãe, aos 99 anos, “nunca viu nada igual ao que está testemunhando” ao avaliar que “antes mesmo de o vitorioso tomar posse, as ideias vencedoras da eleição já se impõem”. Ele descreveu a eleição de Jair Bolsonaro como “uma revolução de ideias”.
O presidente eleito não costuma fazer elogios a profissionais da imprensa.
Garcia não disse o que motivou a saída do grupo em que trabalhava desde março 1988. Ele era comentarista político no Bom Dia Brasil e apresentava o Jornal Nacional em folgas dos apresentadores fixos. Também apresentavam programas no canal pago GloboNews.
Ao Poder360, Garcia afirmou que atuará como jornalista nas redes sociais, mas não deu mais detalhes.
“Só posso agradecer aos que me acompanharam nesses 31 anos pelo aprendizado, atenção, companheirismo e respeito”, declarou.
Mais cedo, o diretor de jornalismo do da Globo, Ali Kamel, homenageou o colega e informou que a escolha se deu para “diminuir o ritmo frenético de trabalho”. “Em nossa conversa, Alexandre me disse que deixa a Globo, mas não o jornalismo”, afirmou Kamel.
A TV Globo não se pronunciou oficialmente sobre o caso. O jornalista publicou 1 agradecimento aos amigos de empresa em seu Twitter:
Alexandre Garcia, “Nesses 31 anos de aprendizado, agradeço o companheirismo, o carinho, a confiança, o respeito, que recebi de todos na Globo.”
Nesta 5ª feira (27.dez), Garcia publicou 1 texto no qual afirma que o presidente Michel Temer “atenuou o caos Dilma”.
As declarações vão contra as orientações do Grupo Globo. Em 1º de julho de 2018, foi publicado 1 manual onde é recomendado que os profissionais evitem demonstrar preferência política nas redes. As recomendações foram incorporadas aos princípios editoriais do grupo.
Eis a íntegra do comunicado de Ali Kamel sobre a saída de Garcia:
“Conheci pessoalmente Alexandre Garcia em 1991, quando fui diretor do jornal O Globo em Brasília e ele era o diretor regional de jornalismo da Globo na capital.
Costumávamos nos encontrar às terças, quando o saudoso Toninho Drummond, então diretor da Globo em Brasília, oferecia um almoço com fontes e nos convidava. Percebi em Alexandre, de imediato, o homem que ele é: correto, íntegro e também extremamente gentil e generoso.
Ele, um super consagrado jornalista, com presença marcante no vídeo, além das atribuições editoriais do cargo; eu, um recém chegado a Brasília, com 29 anos, nove anos de profissão.
Apesar disso, Alexandre me tratava como um igual e me ajudava no que podia. Ao chegar à Globo em 2001 reencontrei o mesmo Alexandre: profissional completo, com conhecimento de pós-graduado na cobertura política, mas o mesmo homem gentil que eu conhecera 10 anos antes.
Em decisão muito refletida, depois de quase 31 anos de trabalho aqui na Globo, Alexandre decidiu deixar a emissora para amenizar um pouco o seu ritmo frenético de trabalho. Diante do trabalho exemplar ao longo de todos esses anos, é uma decisão que respeito.
Ele deixa um legado de realizações que ajudaram o jornalismo da Globo a construir sua sólida credibilidade junto ao público. O trabalho na Globo foi a sequência de uma vida profissional que poucos podem ostentar.
A naturalidade frente às câmeras sempre foi um dos trunfos de Alexandre. Consta que quando começou na Globo, o saudoso Armando Nogueira dizia que ele estava inovando porque fazia gestos na televisão.
Enquanto a norma era uma postura mais formal, Alexandre caminhava, fazia gestos. Essa naturalidade vinha de criança. Aos sete anos já atuava como ator infantil na rádio em que seu pai, o radialista Oscar Chaves Garcia, trabalhava.
Aos 15, transmitia a Missa na Rádio de Cachoeira do Sul, onde nasceu em 1940. Aos 16, era locutor, redator, apresentador, repórter de rua da pequena rádio Independente de Lajeado. Ao se mudar para Porto Alegre para continuar os estudos, virou locutor da Rádio Difusora, dos Diários Associados.
Ele conta que o salário pagava a pensão e a escola. Quando entrou na PUC-RS para estudar Comunicação Social (onde foi o primeiro lugar no vestibular e no curso todo e presidente do Centro Acadêmico) era funcionário concursado com primeiro lugar no Banco do Brasil.
Agora era o bancário sustentando os estudos do futuro jornalista. Conseguiu seu primeiro estágio na sucursal do Jornal do Brasil na capital gaúcha. Especializou-se na cobertura de economia, com ênfase na Bolsa de Valores. Ao ser contratado pelo JB, apostou no seu talento como jornalista e encerrou sua carreira de bancário.
Em 1973, cobriu o fechamento do Congresso uruguaio, que deu início à ditadura militar no país. Foi transferido então para Buenos Aires, onde ficaria três anos, acompanhando a agonia do governo peronista e a crise que levaria também ao golpe militar. Alexandre teve que deixar a Argentina às pressas depois de uma reportagem em que denunciava o esquema de corrupção da polícia rodoviária argentina próximo à cidade de Mar del Plata.
De volta o Brasil, foi trabalhar na sucursal do JB em Brasília, onde permaneceu dez anos, firmando-se como um bem sucedido repórter de política. Em 1983, estreou no vídeo na extinta TV Manchete.
É dele a entrevista do último presidente militar, João Figueiredo, de quem foi porta-voz por um período. Foi a antológica entrevista em que Figueiredo disse: “Eu quero que me esqueçam!” Continuou a carreira como correspondente internacional cobrindo as guerras civis no Líbano e Angola – e a Guerra das Malvinas, o que lhe valeu a Ordem do Império Britânico, concedida pela Rainha Elizabeth II. Em março de 1988, a convite de Alberico Souza Cruz, começou a trabalhar na TV Globo de Brasília. Entre seus primeiros trabalhos, um quadro no Fantástico que levava o seu nome: A Crônica de Alexandre Garcia, em que divertia os brasileiros com gafes e bastidores do mundo político da capital, num texto irresistível. Como repórter especial dividia-se entre o JN, o JH e o Jornal da Globo.
Participou de momentos memoráveis da história recente do Brasil como as primeiras eleições democráticas para presidente, em 1989, depois da ditadura militar. Ao lado de Joelmir Betting, entrevistou todos os candidatos no programa Palanque Eletrônico. Ainda foi um dos mediadores do debate de segundo turno entre Lula e Fernando Collor, realizado em pool pelas quatro grandes emissoras de então, Globo, Band, SBT e Manchete.
Entre 1990 e 1995, como disse, Alexandre Garcia foi diretor regional de jornalismo da Globo de Brasília, sem deixar de lado seu trabalho frente às câmeras. Em 1993, estreou como comentarista do JG, em 96, passou a ter um programa na GloboNews, Espaço Aberto. De 2001 a 2011 foi o âncora do DFTV.
Comentava, analisava, cobrava das autoridades soluções para os muitos problemas que afetam os brasilienses. Nos últimos anos, tornou-se comentarista político do Bom dia Brasil, comentarista local diário do DFTV e faz parte do grupo de apresentadores que se reveza na bancada do JN aos sábados. Durante todo esse período, não houve cobertura de política no Brasil sem que ele brilhasse.
Em nossa conversa, Alexandre me disse que deixa a Globo, mas não o jornalismo. Ele continuará a ter seus comentários políticos transmitidos por duzentas e oitenta rádios Brasil afora. Do mesmo jeito, continuará a escrever artigos para um sem número de jornais por todo o país. E, entre seus planos, está o de acrescentar outro títulos ao seu livro de grande sucesso “Nos Bastidores da Notícia”, lançado em 1990 pela Editora Globo.
Em nome da Globo, eu agradeço tudo de grande que Alexandre fez para o jornalismo da emissora, um legado que deve inspirar a todos nós que aqui trabalhamos: profissionalismo, brilho, correção e competência. E eu agradeço tudo o que fez por mim, seu jeito gentil, sua generosidade. Muito obrigado Alexandre, um grande abraço, que você seja muito feliz, porque você fez por merecer.”
poder 360
Metrópole Digital da UFRN abre inscrições para Residência em Tecnologia da Informação com bolsas de R$ 2 mil
Pós-graduação é uma parceria com o Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos (Nuplam) da UFRN, oferecendo 15 vagas.
O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) lançou edital para preenchimento de vagas para sua nova turma de Residência em Tecnologia da Informação, que será feita em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos (Nuplam) da Universidade. O curso tem caráter de pós-graduação (lato sensu) e está disponibilizando 15 vagas, para as quais serão pagas bolsas no valor de R$ 2 mil.
As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de janeiro por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). A taxa é de R$ 100.
O edital com todas as informações e prazos relativos ao processo de seleção pode ser consultado AQUI.
A nova turma terá como novidade o fato de que, pela primeira vez, a Residência irá funcionar em um órgão que também funciona como unidade fabril, o Nuplam.
Para participar da seleção, o candidato deve possuir diploma de nível superior de qualquer curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). No entanto, o processo seletivo, dividido em duas etapas, terá a primeira como uma prova de conhecimentos específicos, cujo objetivo é avaliar o desempenho dos candidatos em relação a conteúdos da área de Tecnologia da Informação. Sua aplicação será no dia 20 de janeiro.
Já a segunda etapa, consiste em uma prova prática a ser realizada no dia 27 de janeiro, e será composta por cinco questões envolvendo situações-problema e estudos de caso, referentes à área de desenvolvimento de softwares.
Apenas ingressarão nessa segunda fase os candidatos que obtiverem, no mínimo, 60% de acertos na primeira prova.
Nuplam
Produzindo em torno de 200 milhões de medicamentos por ano, o Nuplam também atua no desenvolvimento e pesquisa de fármacos. Com uma equipe diversificada de 50 colaboradores, o Núcleo é atualmente o único laboratório industrial do Brasil vinculado a uma Universidade, e devido a esse fator oferece suporte ao ensino, pesquisa e extensão na área de Ciências Farmacêuticas.
Mas o Nuplam também contribui com diversos outros cursos da UFRN, como é o caso de Engenharia Ambiental, Engenharia Química, Engenharia de Alimentos e Gestão em Sistemas e Serviços de Saúde.
De acordo com o coordenador da nova turma da Residência em TI, o professor Itamir Barroca Filho, os candidatos selecionados atuarão, nesse primeiro momento, em uma necessidade específica do Nuplam, que é a integração e informatização de seus sistemas de gestão.
Nova plataforma
“O objetivo dessa Residência, além de oferecer capacitação aos profissionais, é também promover a inovação e o desenvolvimento de uma plataforma que a gente está chamando de SigNuplam, que irá informatizar todos os processos que envolvem o controle de produção de medicamentos”, detalha o coordenador.
Ele também explica que atualmente o Nuplam possui diversos setores não integralizados, arquivando e processando informações referentes à produção de medicamentos ainda de forma física, no papel, ou com o uso de planilhas em Excel.
Segundo o coordenador, depois de desenvolvida a plataforma, os alunos se concentrarão em desenvolver soluções computacionais que promovam melhorias no funcionamento das atividades do Núcleo de modo geral, aplicando a Tecnologia da Informação de maneira a beneficiar a produção dos medicamentos.
A matrícula dos candidatos selecionados no processo deve ser realizada entre os dias 5 e 8 de fevereiro. Já as aulas têm início no dia 11 desse mesmo mês.
crédito: G1
PF faz buscas em endereços ligados à família de Aécio Neves em Belo Horizonte
Segunda fase da Operação Ross investiga lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Casa da mãe do senador é um dos alvos.
A Polícia Federal cumpre três mandados de busca e apreensão em endereços ligados à família do senador Aécio Neves (PSDB), nesta quinta-feira (20), em Belo Horizonte. Um dos locais é a casa da mãe do parlamentar, na Rua Pium-í, na Região Centro-Sul. Esta é segunda fase da Operação Ross, que investiga o recebimento de vantagens indevidas do grupo J&F, entre os anos de 2014 e 2017.
Os outros endereços são a casa de Frederico Pacheco, primo do senador, e uma empresa de comunicação, que seria de Pacheco em sociedade com a jornalista Andrea Neves, irmã de Aécio. Atualmente senador, Aécio termina o mandato neste ano e, no próximo, assume uma vaga na Câmara dos Deputados.
O objetivo, segundo a PF, é coletar elementos que podem indicar lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
No dia 11 deste mês, com o apoio do Ministério Público Federal, foram cumpridas ordens judiciaCódigo de rastreamentois em imóveis do senador da irmã dele, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. As buscas desta quinta-feira (20) foram determinadas pelo ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF). Devem ser recolhidos documentos em papel e arquivos digitais.
A reportagem tenta contato com os advogados de Aécio, Andrea e da mãe. A defesa de Pacheco foi contatada e um retorno é aguardado.
A J&F disse que não se manifestar sobre esta fase da operação.
Delação de executivos da J&F
A Operação Ross teve início a partir de delação de executivos da J&F para apurar denúncias de compra de apoio político. Segundo a PF, Aécio Neves comprou apoio do partido Solidariedade por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias. Outros partidos também teriam sido beneficiados.
Os executivos do grupo J&F relataram ao Ministério Público Federal o repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador.
NOTA DE FERNANDO MINEIRO SOBRE DECISÃO DO TSE
O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou ontem (17/12) a validação dos votos para deputado federal recebidos por Kericles Ribeiro, que teve o registro como candidato impugnado por falta de documentação.
A decisão, contrária à posição adotada pelo próprio ministro antes da eleição, baseia-se no argumento de uma falha, nunca acontecida antes, no sistema da Justiça Eleitoral.
Ela beneficia diretamente o candidato Beto Rosado, do PP, tomando nossa vaga de deputado federal, conquistada com 98.070 votos, a terceira maior votação no estado. Apresentaremos recurso contra essa decisão, que contraria a jurisprudência firmada sobre o assunto.
Fernando Mineiro