O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, mandou nesta quinta-feira (22), que a Meta faça uma espécie de pente-fino nas ações divulgadas pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no canal “Exército do Lula”, o WhatsApp, que conta com mais de oito milhões de participantes.
Nunes Marques atendeu a um pedido feito pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por supostas ações coordenadas do canal amplificadas pelas redes sociais da Meta e também pelo Google e pela rede social X contra sua candidatura à presidência da República.
“Narra coordenação em rede operada a partir do canal ‘EXÉRCITO DO LULA’, administrado por André Luis Gaspar Janones, cujas ordens – hashtags em horário marcado, comentários ditados e textos prontos – seriam cumpridas no Instagram, no Facebook e no Threads”, afirmou o ministro na ordem acerca do pedido feito pela campanha de Flávio, e que a Gazeta do Povo teve acesso.
Um momento de tensão marcou o debate na Band, quando Janja teria dirigido uma ofensa ao ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol, chamando-o de “burro”. O episódio chamou a
atenção pelo tom do confronto e repercutiu nas discussões políticas.
A cidade de Caicó foi palco de uma das maiores e mais empolgantes mobilizações políticas desta campanha no Rio Grande do Norte, recebendo o candidato a governador Cadu de Lula em mais uma edição do Piseiro do 13. Em plena quarta-feira, o evento transformou as ruas do município seridoense em um verdadeiro mar vermelho de apoiadores, militantes e lideranças políticas unidos em prol da candidatura de Cadu de Lula ao governo do RN, evidenciando o forte momento de crescimento da campanha e o entusiasmo popular na região do Seridó.
Na ocasião, Cadu de Lula celebrou o apoio massivo da população caicoense e destacou a importância de manter a união e o foco total nos dias que antecedem a votação. O candidato ressaltou que a verdadeira política se faz com proximidade do povo e compromisso com as reais necessidades da sociedade potiguar. “Olha, eu estou aqui cheio de alegria, de esperança, para a gente ter essa grande união nordestina, do país, do time do Lula”, afirmou Cadu, enfatizando a força da parceria política com o governo federal.
Cadu reforçou a clareza de propostas e a distinção entre a seriedade de seu projeto e as alternativas da oposição, frisando que o foco principal é transformar a vida dos cidadãos. “A política é a ferramenta de mudar a vida de vocês, do povo, e não a vida do político”, declarou o candidato, arrancando aplausos da multidão que lotou as avenidas de Caicó com bandeiras e muita disposição para garantir a vitória do candidato de Lula nas urnas.
O candidato aproveitou o momento decisivo da campanha para fazer apelo à participação ativa de cada eleitor e militante, sem espaço para acomodação. Convocando o público a intensificar o corpo a corpo e o diálogo com os indecisos, Cadu foi enfático ao alertar sobre a importância do momento: “é proibido cochilar. Aqui não tem mentira, não tem ilusão, não tem TikTok não, aqui é vida real”.
O grande ato em Caicó reforça o sentimento de “virada” e a certeza de que o Seridó dará uma resposta expressiva nas urnas no próximo dia 25 de outubro. O Piseiro do 13 no Seridó finalizou uma intensa agenda que começou de manhã, na Serra de Sant’Ana, passando por Bodó, Cerro-Corá, Lagoa Nova, Tenente Laurentino Cruz, Florânia e São Vicente, e se estendeu durante a tarde por São Fernando, Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas e Serra Negra do Norte.
TSE autoriza tropas federais em sete municípios do RN para reforçar a segurança durante o segundo turno das eleições, neste domingo (25). Foto: Reprodução.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o envio de tropas federais para sete municípios do Rio Grande do Norte durante o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). A decisão atende a uma solicitação do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) e busca reforçar a segurança e manter a ordem durante a votação.
Os municípios contemplados são Alexandria, João Dias, Doutor Severiano, Boa Saúde, Sítio Novo, Serra Caiada e Riacho da Cruz. As cidades integram as 41ª, 43ª, 53ª e 63ª zonas eleitorais.
A autorização foi concedida durante uma sessão virtual extraordinária do TSE realizada na segunda-feira (19). O processo teve relatoria do ministro Nunes Marques.
Pedido de reforço partiu de zonas eleitorais do RN
A solicitação foi elaborada após consulta aos juízes eleitorais do estado. Ao todo, quatro zonas eleitorais pediram o envio de tropas federais para garantir a segurança do pleito nos sete municípios.
Durante a análise do pedido, o governo do Rio Grande do Norte também foi consultado. Em manifestação encaminhada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), o Executivo estadual informou que já havia adotado providências para assegurar a segurança durante o segundo turno.
Apesar disso, a Assessoria Judiciária da Presidência do TRE-RN considerou viável encaminhar a solicitação ao tribunal regional, que a submeteu à análise do TSE. A Corte Superior autorizou o reforço federal para as localidades indicadas.
Confira os municípios que receberão tropas federais
Alexandria
João Dias
Doutor Severiano
Boa Saúde
Sítio Novo
Serra Caiada
Riacho da Cruz
A medida será aplicada durante a votação do segundo turno, no domingo (25), com o objetivo de contribuir para a manutenção da ordem e da segurança nos locais contemplados.
Levar os serviços públicos para mais perto da população e facilitar o acesso a atendimentos essenciais é a proposta do Parnamirim Mais Perto de Você, iniciativa da Gestão Nilda que chegou à segunda edição nesta quinta-feira (22), desta vez com uma programação especial dedicada às mulheres. Após a primeira edição, realizada Encanto Verde, a ação em Bela Parnamirim reúne consultas, atendimentos de saúde, emissão de documentos e outros serviços em um só lugar, reforçando a importância do cuidado, da prevenção e da cidadania. Um dos diferenciais desta edição foi a presença do Gabinete da Prefeita, com Nilda atendendo diretamente a população, ouvindo reivindicações e recebendo demandas dos moradores.
A iniciativa aproxima a administração municipal da realidade dos bairros, permitindo que a população apresente suas necessidades e tenha um canal direto de diálogo com a prefeita. Além de disponibilizar serviços, a ação cria uma oportunidade para ouvir quem vivencia diariamente os desafios de cada comunidade.
O Parnamirim Mais Perto de Você integra a estratégia da Gestão Nilda de descentralizar os atendimentos e ampliar a presença dos serviços municipais nos bairros. Ao reunir diferentes áreas em uma mesma ação, a iniciativa facilita o acesso da população e fortalece o diálogo entre os moradores e a administração pública.
Com a edição Especial Mulher, o programa também reforça a importância de garantir atenção às necessidades femininas, promovendo acesso à saúde, cidadania, acolhimento e orientação. A proposta é dar continuidade à iniciativa, levando os serviços a diferentes regiões de Parnamirim e mantendo a população mais próxima das ações do município.
“Não podemos baixar a guarda. Cada conversa e cada gesto de participação são importantes nesta reta final” – Foto: Reprodução
Na reta final do segundo turno, a governadora Fátima Bezerra (PT) avalia que a campanha de Cadu de Lula (PT) chega aos últimos dias marcada pela mobilização popular, pela presença da militância e pela defesa de um projeto de continuidade. Em entrevista ao Diário do RN, ela destacou a participação nas ruas, especialmente em Mossoró, e o envolvimento de jovens e estudantes na campanha.
“Estamos fazendo uma campanha histórica. Uma campanha marcada pela força do povo, pela alegria das ruas e pela esperança de quem acredita que o Rio Grande do Norte e o Brasil podem continuar avançando”, afirmou.
Fátima citou como exemplo a mobilização realizada em Mossoró, nesta terça-feira (20), especialmente a descida do Alto de São Manoel. O ato, que reuniu militantes e apoiadores da candidatura de Cadu, foi descrito pela governadora como uma demonstração de entusiasmo e adesão à campanha nesta fase decisiva da eleição.
“A tradicional descida do Alto de São Manoel, em Mossoró, foi uma das maiores mobilizações populares de que já participei. Uma verdadeira explosão de alegria, energia e confiança, que fortalece nossa caminhada nesta reta final”, declarou.
governadora também destacou a participação de jovens, estudantes e militantes nas atividades políticas. Para Fátima, a presença desses grupos representa não apenas mobilização eleitoral, mas também uma manifestação em defesa dos valores democráticos e da perspectiva de futuro que a chapa afirma defender.
“A juventude, os estudantes e a militância têm dado uma demonstração extraordinária de compromisso com a democracia e com um futuro melhor para o nosso povo”, disse.
Ao tratar da disputa estadual e nacional, Fátima afirmou que considera o segundo turno uma escolha decisiva e voltou a associar as duas candidaturas que defende: Cadu de Lula ao Governo do Estado e Lula à Presidência da República. Na avaliação da governadora, os últimos dias da campanha serão fundamentais para consolidar a mensagem apresentada aos eleitores.
“Esta é uma escolha decisiva. Não vamos permitir que o bolsonarismo ameace o nosso sonho de viver em um país livre, democrático, soberano, justo e fraterno”, afirmou.
A governadora transformou os últimos dias da campanha em um chamado à mobilização permanente, defendendo a presença da militância nas ruas, nos bairros, nas cidades e também nas redes sociais até o encerramento da votação.
“E agora, mais do que nunca, a palavra de ordem é vigilância e mobilização permanente”, afirmou.
Fátima reforçou que cada iniciativa pode contribuir para a reta final da disputa. “Não podemos baixar a guarda. Cada conversa e cada gesto de participação são importantes nesta reta final”, acrescentou.
A governadora encerrou a manifestação reafirmando a defesa do projeto político apresentado pela chapa e associando a candidatura de Cadu à continuidade de políticas de desenvolvimento, inclusão social e justiça.
“Vamos seguir com determinação, defendendo nosso projeto de desenvolvimento, inclusão social e justiça, para que o Rio Grande do Norte e o Brasil continuem avançando com Cadu de Lula governador e Lula presidente”, afirmou.
Ao resumir a mensagem para os últimos dias de campanha, Fátima reforçou: “A esperança vence! Até o último minuto, é mobilização, vigilância e compromisso com a democracia!”, concluiu.
Projeto social do mestre Rivelino vem revelando grandes talentos – Foto: Reprodução
A equipe de jiu-jítsu da Pitbull Brothers, do distrito de Diogo Lopes, em Macau, conquistou o título de campeã geral da Copa do Seridó, realizada no dia 18, no município de Currais Novos, no Rio Grande do Norte. Sob o comando do mestre Rivelino Miranda, a delegação participou da competição com 68 atletas e voltou para casa com 62 medalhas, consolidando mais um resultado expressivo para o esporte da região.
A equipe garantiu o primeiro lugar geral nas categorias kimono, kids e no-gi, demonstrando o desempenho dos atletas nas diferentes modalidades disputadas. A conquista também reforça a sequência positiva da Pitbull Brothers, que, segundo o mestre Rivelino, já acumula nove títulos consecutivos, cinturões e medalhas conquistados em campeonatos mundiais.
Além dos resultados nas competições, a Pitbull Brothers mantém um importante trabalho de formação esportiva e inclusão social por meio do projeto Jiu-Jítsu com Educação, desenvolvido há nove anos em Diogo Lopes.
A iniciativa oferece aulas gratuitas para crianças, jovens e adultos, utilizando o esporte como ferramenta de aprendizado, disciplina e desenvolvimento pessoal. O projeto também contribui para ampliar o acesso à prática esportiva e incentivar a participação de novos talentos nas artes marciais.
A trajetória da equipe mostra como o trabalho contínuo de professores, atletas e colaboradores pode contribuir para fortalecer o esporte em comunidades do interior potiguar. Entretanto, para manter a participação em competições e proporcionar melhores condições de treinamento, o grupo depende de apoio e parcerias.
O reeleito deputado federal General Girão (PL) refuta insinuações de que participou, diretamente, da organização do ato de campanha que terminou em embate com militantes de esquerda no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
O General Girão informou, em nota, que sua presença na manifestação da segunda-feira (19), “ocorreu exclusivamente a convite de estudantes da própria instituição, responsáveis pela organização do ato”. Segundo a nota, o parlamentar não participou da organização, articulação ou convocação de pessoas para a manifestação, tendo comparecido apenas para atender ao convite dos alunos.
De acordo com a nota, a partiu dos “próprios estudantes de direita, que relataram sentir-se acuados no ambiente universitário e incomodados com o uso de espaços públicos da instituição para propaganda político-eleitoral. Segundo os organizadores, a intenção era exercer o mesmo direito de manifestação assegurado a estudantes de outros posicionamentos políticos. Por isso, decidiram realizar o protesto pacificamente, fora dos prédios da universidade, na via lateral que contorna os blocos da instituição”.
Durante o ato, segundo a nota assinada pelo General Girão, “houve momentos de tensão entre os manifestantes e estudantes de posicionamento político contrário”.
Conforme o pronunciamento oficial do deputado, “a situação se agravou quando um integrante do grupo opositor se infiltrou entre os manifestantes de direita e utilizou uma faca para perfurar o boneco conhecido como Pixuleco. Ao perceber a exaltação dos ânimos, o General Girão orientou os estudantes a recuarem, manterem a calma e não cederem às provocações, buscando evitar qualquer confronto”.
Diante da situação, o deputado solicitou apoio preventivo à segurança universitária, incluindo o distanciamento entre os grupos e o encaminhamento para o encerramento da manifestação. A solicitação não foi atendida. Na sequência, entrou em contato com o secretário de Segurança Pública do Estado para alertar sobre o risco de agravamento dos confrontos, relatando a presença de pessoas armadas e o arremesso de pedras contra os manifestantes. Posteriormente, o deputado afastou-se do local, permanecendo à distância e lamentando a ausência de medidas preventivas por parte da segurança universitária, que poderiam ter evitado o agravamento da situação.
O General Girão lamenta os episódios de violência e repudia qualquer forma de agressão, intimidação ou cerceamento da liberdade de expressão, independentemente de posicionamentos políticos.
Por fim, reforçou que “a universidade deve ser um ambiente de pluralidade, respeito e convivência democrática, onde todos possam manifestar livremente suas opiniões, sem ameaças ou violência”.
Eleita para integrar a bancada do PL-RN para o quadriênio 2027/2030, a vereadora Camila Araújo também afirmou que “como também é de costume da esquerda, a todo momento fomos hostilizados e atacados por militantes esquerdistas . Homens atacando mulheres, como eu, com xingamentos impublicáveis”.
Camila Araújo disse, ainda, que “um deles, com uma faca, rasgou o boneco inflável conhecido como Pixuleco, em um claro ataque ao nosso ato. Um ato que configura o desrespeito e o ódio desse pessoal contra quem pensa diferente”.
Para a vereadora, a “ turma do amor está em desespero porque sabe que dia 25 o Brasil vai aposentar Lula e o Rio Grande do Norte vai se livrar do PT”.
Finalmente, ela disse que “deixa total repúdio a essa política de ódio, de ataque, de mentiras e de intimidação”. O potiguar de bem vai dar a resposta a esse absurdo no domingo”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou o senador Flávio Bolsonaro (PL) para abrir seus respectivos sigilos na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (22), às 11h. A proposta veio após o parlamentar aceitar o desafio imposto pelo petista, mediante exigências.
“Desafio aceito, Flávio Bolsonaro. Amanhã às 11h, esperamos você no TSE para abertura total do sigilo. O Brasil merece saber a verdade”, escreveu o presidente, em publicação nas redes sociais.
A chamada quebra de sigilo é a autorização legal para que investigadores e a Justiça tenham acesso a dados que normalmente são privados, como o extrato das contas bancárias, as declarações de impostos e o registro de ligações telefônicas de uma pessoa.
O desafio foi proposto por Lula durante debate presidencial realizado pela Band, no último domingo (18). O gesto político, às vésperas do segundo turno das eleições, serve para tentar desconstruir acusações de corrupção e desafiar a transparência do senador — alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de crimes financeiros.
Na terça-feira (20), a defesa de Lula enviou uma autorização ao TSE para a quebra voluntária dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente relativos aos últimos oito anos. A liberação também vale para a primeira-dama Janja Lula da Silva e os cinco filhos do petista: Lurian, Marcos Cláudio, Sandro Luís, Luís Cláudio e Fábio Luís (o Lulinha) — este último investigado por suspeitas de tráfico de influência e corrupção.
Veja as 19 exigências de Flávio Bolsonaro em cinco áreas:
Assessores e comunicações: abertura dos sigilos telefônico, telemático, bancário e fiscal dos últimos oito anos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência, além dos dados de seguranças e auxiliares que atendiam ligações do presidente.
Empresas e familiares: quebra de sigilos de empresas ligadas aos filhos de Lula, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e a offshore Synapta, na Espanha. O pedido também abrange o empresário Fernando Bittar, o Instituto Lula e seu ex-presidente, Paulo Okamotto, com dados desde 2003, ano anterior ao início do primeiro mandato do petista.
Banco Master: divulgação de atas e registros de encontros entre Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro no Palácio do Planalto, além de informações sobre visitas a Vorcaro na carceragem da Polícia Federal, em Brasília, planos de voo de sua aeronave e dados financeiros do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.
Fraudes no INSS: abertura dos sigilos da empresária Roberta Luchsinger, divulgação de registros de sua entrada nos palácios da Alvorada e do Planalto e acesso aos dados bancários do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) e de José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi.
Gastos públicos e cartão corporativo: divulgação dos gastos com cartões corporativos da Presidência da República desde janeiro de 2023, das agendas da primeira-dama anteriores a 2025 e dos registros de visitas de familiares às residências oficiais.
As exigências foram aceitas pela equipe jurídica de Lula, horas depois. “Ele exigiu 19 condições para abrir o sigilo. Não quer abrir, evidentemente, aliás, não quer prestar contas, né? Porque nada do que é levantado, que foi levantado inclusive num debate, um debate desrespeitoso que ele fez com o presidente Lula, ele não respondeu nada. Mas a campanha já se pronunciou, nós concordamos com as 19 exigências”, disse o vice-presidente e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin.
A saúde mental de Parnamirim vive um novo momento. A Gestão Nilda está investindo na reestruturação da rede de atendimento e prepara um importante avanço na assistência especializada: a implantação de uma sede própria para o CAPS AD III, serviço voltado ao atendimento de pessoas com necessidades relacionadas ao uso de álcool e outras drogas. Nesta quarta-feira (21), a prefeita Nilda Cruz visitou as obras, que têm previsão de inauguração para novembro de 2027 e estão gerando 18 empregos diretos e indiretos. A nova estrutura, localizada no bairro Rosa dos Ventos, vai substituir o imóvel alugado atualmente utilizado pelo serviço, oferecendo melhores condições de atendimento e acolhimento à população.
O equipamento será viabilizado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do município. A nova estrutura seguirá as diretrizes do Ministério da Saúde e as normas da Vigilância Sanitária, garantindo condições adequadas para a assistência aos usuários.
Desde o início da gestão, a rede municipal vem passando por uma reestruturação, com contratação de profissionais, incluindo psicólogos e psiquiatras, e fortalecimento das equipes multiprofissionais. A iniciativa busca qualificar o atendimento e ampliar as condições de acompanhamento dos pacientes.
A nova sede também contará com a modernização dos processos de trabalho, incluindo a implantação de um sistema informatizado para contribuir com a organização dos atendimentos e o acompanhamento dos usuários.
Com a sede própria, Parnamirim avança na estruturação dos serviços especializados de saúde mental, buscando oferecer mais qualidade, acolhimento e melhores condições de assistência às pessoas atendidas e suas famílias.
A onda de apoios ao projeto liderado por Cadu de Lula rumo ao Governo do Rio Grande do Norte segue crescendo, e nesta quarta-feira (21), mais uma grande liderança da região Oeste, a prefeita Ludmila Amorim, de Rafael Godeiro, está aderindo à candidatura de Cadu no segundo turno.
Dezenas de prefeitos já declararam apoio a Cadu de Lula, defendendo que ele é o melhor e mais preparado candidato para governar o RN nos próximos quatro anos.
São lideranças municipais de cidades de todas as regiões do Rio Grande do Norte se somando aos mais de 718 mil votos que Cadu de Lula obteve no primeiro turno.
“Recebo com muita responsabilidade o apoio de cada um dos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças. Fico feliz de contar com a amiga Ludmila nesse projeto. Agradeço a decisão e reafirmo que dedicarei cada gota de suor para fazer o RN um estado ainda melhor. Vamos juntos trabalhar pelo RN e por Rafael Godeiro”, disse Cadu de Lula.
A cidade de Mossoró presenciou, nesta terça-feira (20), um dos maiores atos políticos já registrados na sua história. O candidato a governador Cadu de Lula protagonizou um piseiro histórico fazendo a tradicional descida do Alto de São Manoel, reunindo uma verdadeira multidão na Avenida Presidente Dutra, que foi acompanhada por lideranças locais e nacionais, como o ministro das Relações Institucionais do Brasil, José Guimarães, o governador reeleito do Ceará, Elmano de Freitas, e a senadora eleita pelo Ceará Luizianne Lins.
A mobilização marcou mais uma grande demonstração popular de apoio ao candidato de Lula ao Governo do Rio Grande do Norte. Acompanhado da governadora Fátima Bezerra, da senadora eleita Samanda Alves, e da candidata a vice-governadora Larissa, filha de Mossoró, Cadu de Lula arrastou o povo em uma passeata histórica na Capital do Oeste.
Cadu ressaltou que a mobilização representa uma resposta a uma convocação coletiva em prol do futuro do estado e do país, mencionando a importância da reta final da campanha a poucos dias da eleição. O candidato enfatizou a necessidade de garantir a vitória e de ampliar a votação expressiva para o presidente Lula no Rio Grande do Norte, conectando o projeto estadual ao cenário nacional.
Ao discursar, Cadu destacou os princípios fundamentais da sua candidatura e registrou: “o meu governo vai ser pautado por honestidade, por compromisso, por trabalho para quem mais precisa do estado, que são todos vocês que precisam de saúde pública, de educação pública, de qualidade. É a verdade contra a mentira, é honestidade contra a corrupção, é trabalho contra a ilusão”, destacou Cadu.
O governador reeleito do Ceará, Elmano, destacou a força da parceria dos estados irmãos: “eu estou aqui cheio de alegria, de esperança, para a gente ter essa grande união nordestina, do país, do time do Lula. Porque nós sabemos que, quando o time do Lula governa o país, governa os estados, e o fato de estar de mãos dadas, pode fazer muito mais pelo povo”.
O Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ Mossoró) alcançou a marca de R$ 253.462.970,58 em patrimônio. O balanço com os números atualizados foi divulgado nesta quarta-feira (21).
O valor em caixa garante estabilidade financeira à Previdência Municipal e segurança para o pagamento dos benefícios aos servidores aposentados e pensionistas. Para não deixar os recursos parados, o Previ Mossoró mantém o dinheiro aplicado em pelo menos 20 fundos de investimentos, com acompanhamento e consultoria especializada.
As aplicações são acompanhadas pelo Conselho Previdenciário, Comitê de Investimentos e Conselho Fiscal, que atuam na fiscalização e no acompanhamento da gestão dos recursos. As aplicações são feitas em instituições como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco do Nordeste.
“Nosso compromisso é administrar os recursos com responsabilidade, garantindo o pagamento em dia dos aposentados e pensionistas e trabalhando para preservar a segurança financeira da previdência municipal”, destacou o presidente do Previ Mossoró, Rodrigo Forte.
Carlos Augusto Montenegro passou mais de quatro décadas à frente do Ibope, acompanhando eleições e ajudando a transformar as pesquisas de opinião em um dos principais termômetros da política brasileira. Hoje, aos 72 anos e aposentado do setor, o empresário acha que esses termômetros estão com problemas – e que os institutos podem estar subestimando a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula. Mesmo depois de a Quaest e o Datafolha mostrarem uma disputa de 51% a 49%, Montenegro acredita que a distância real entre os candidatos pode ser maior. “Quando vejo um resultado de 51% a 49%, prefiro interpretar como algo mais próximo de 53% a 47%,” Montenegro disse ao Brazil Journal.
Para o ex-presidente do Ibope, a dificuldade de entrevistar eleitores de direita, a violência em determinadas regiões e o resultado do primeiro turno são indícios de que as pesquisas não estão conseguindo retratar adequadamente o eleitorado. Mas sua convicção no favoritismo de Flávio vai além dos números. Montenegro vê uma tendência estrutural de crescimento da centro-direita no Brasil, agravada pela avaliação negativa do governo Lula e pela dificuldade da esquerda em se renovar. Nem mesmo as manifestações de rua da esquerda, que encheram a Avenida Paulista e a Avenida Atlântica, mudam a opinião de Montenegro de que uma virada é improvável. “Quem decide a eleição não está na rua: ele está em casa. É o eleitor silencioso que resolve,” disse. Abaixo, os principais trechos da conversa. Como o senhor está vendo os resultados das pesquisas nesta eleição? Mais uma vez, vimos discrepâncias entre as pesquisas e o primeiro turno. Está muito difícil fazer pesquisa hoje, principalmente com a metodologia que o Ibope utilizava. Tudo na rua está difícil porque temos uma rivalidade muito grande, que já vem de três eleições. As pessoas estão agressivas. Quando um pesquisador se aproxima, muita gente se afasta, xinga e às vezes até agride. Normalmente são mais pessoas de direita. Você percebe que aquela pessoa provavelmente vai votar na direita, mas não pode computar na entrevista porque ela não fornece as informações necessárias. As pesquisas por telefone também têm problemas. Você não consegue acessar determinadas pessoas durante o dia e os cadastros de celulares são falhos. E no Rio de Janeiro? Por que houve a maior discrepância? Existem áreas onde os pesquisadores simplesmente não conseguem entrar. São comunidades dominadas por milicianos e traficantes, que representam quase 20% do eleitorado do Rio. Mas hoje você encontra essas comunidades espalhadas pelo Brasil. A violência cresceu em Fortaleza, Salvador e também é forte em São Paulo. Foi assim na eleição do Wilson Witzel e agora nessa disputa envolvendo Eduardo Paes e Douglas Ruas. Não tem explicação você ter um candidato com oito pontos de vantagem e, no dia seguinte, acontecer o contrário. Acho que uma parte da população simplesmente não foi entrevistada. Diante dos últimos resultados, você acredita que Flávio Bolsonaro continua sendo o favorito, mesmo com a aproximação de Lula nas pesquisas? Eu acho. É só analisar as eleições de 2018, 2020, 2022 e 2024 para perceber uma tendência muito grande de centro-direita no Brasil e no mundo. Na eleição de 2022, a esquerda e o PT levaram uma surra tremenda. O único que ganhou foi o Lula, como pessoa física. Ainda existe um clima de torcida. O eleitor de esquerda costuma ser mais barulhento: você tem jornalistas, artistas, cantores, atores se manifestando. Veja uma manifestação na Avenida Atlântica, no Rio. Vamos supor que tenha 70 mil pessoas. Provavelmente todas já votavam no Lula. Da mesma maneira, muita gente que vai à Avenida Paulista de camisa amarela já votou no Flávio. Essas manifestações são importantes, mas reúnem os eleitores mais engajados, que brigam pelas suas convicções. Quem decide a eleição não está na rua: ele está em casa. É o eleitor silencioso que resolve. Mas as pesquisas mais recentes mostram 51% a 49%. Isso não indica que Lula tem uma chance de virar a eleição? Eu passei a interpretar essas pesquisas de maneira diferente. Quando vejo um resultado de 51% a 49%, não duvido que possa estar correto dentro da margem de erro. Mas, olhando para o primeiro turno, prefiro interpretar esse resultado como algo mais próximo de 53% a 47%. Por quê? Porque todos os institutos erraram no primeiro turno. Davam o Lula na frente por um, dois ou três pontos. O Datafolha, por exemplo, chegou a mostrar 45% a 42%. Então considero a possibilidade de a distância real ser maior. Não estou dizendo que a pesquisa necessariamente esteja errada. Mas depois do primeiro turno passei a ler esses números de outra maneira. Mas como as pesquisas podem evoluir? Trabalhei a vida inteira com isso, adoro pesquisa, mas o mundo mudou e precisamos encontrar novas formas de medir a opinião pública. O Ibope começou com pesquisa de televisão numa época em que a TV era um aparelho familiar, que ficava no meio da sala. Todo mundo chegava em casa, jantava e assistia à mesma programação. Hoje a televisão é como uma escova de dentes: cada um tem a sua. Cada pessoa faz sua programação na hora em que quer. As pesquisas também precisam acompanhar essa evolução. Não sei qual é a solução, mas precisamos olhar para esses detalhes. E as pesquisas estão conseguindo captar a transferência dos votos dos candidatos derrotados no primeiro turno? Esse é outro ponto que me chama a atenção. Você teve quatro candidatos de centro-direita, além do Flávio, que somaram cerca de nove milhões de votos. Não pode terminar o primeiro turno com esses nove milhões de votos disponíveis e começar o segundo com o Lula crescendo um ponto percentual e o Flávio crescendo um ponto também. Está esquisito. Olha os números. Você teve o Presidente da República, com toda a máquina pública na mão, recebendo cerca de 53 milhões de votos. Do outro lado, aproximadamente 65 milhões de pessoas não votaram nele: 56 milhões que escolheram Flávio e nove milhões que votaram nos demais candidatos. Isso significa que os 65 milhões vão votar no Flávio? Não. Mas é um dado muito importante, que confirma os números de rejeição e de avaliação negativa do governo. O que pesa mais: a rejeição ao Lula ou o crescimento estrutural da direita? As duas coisas. Existe uma mudança estrutural no eleitorado, que ficou clara nas eleições de 2022, 2024 e agora em 2026. Olhe o que aconteceu com o Congresso e, principalmente, com o Senado. Foi avassalador. Na minha opinião, o Supremo Tribunal Federal teve uma influência muito grande nesta eleição. Representou algo semelhante ao que a facada representou para Bolsonaro em 2018. Ajudou a mobilizar parte importante do eleitorado. Existe um sentimento de punição aos partidos tradicionais e às instituições. O PSDB praticamente acabou. O PT não acabou porque ainda tem Lula, mas, como partido, está definhando. Durante muito tempo, a disputa brasileira foi entre PT e PSDB. Depois virou bolsonarismo contra petismo. Quando Lula sair de cena, teremos outra disputa. Também não acredito que o bolsonarismo vá durar para sempre. Uma das críticas ao Lula é que ele estaria desconectado da realidade do eleitor. Você concorda? Não acho que ele esteja sem lucidez, mas existe uma fadiga de material total. O Lula é um político de outra época. Tem uma capacidade enorme de falar, de contar histórias. Mente com uma classe, como o Leonel Brizola mentia. Eu conheci esses personagens. Na entrevista à Globo, disse que só havia descoberto há 20 dias que o Bolsa Família, o maior programa social da história dos governos dele, estava sem reajuste. Você acredita nisso? E o que mais abalou o governo Lula foi a carestia. É o povão receber R$ 2 mil por mês, pegar R$ 300 para ir ao supermercado e descobrir que já não consegue comprar as mesmas coisas da semana anterior. Aí o governo comemora que a inflação caiu, mas o sujeito continua sofrendo no bolso. Às vezes nem é culpa do governo. Pode ser a guerra, o combustível, fatores externos. Mas tudo vai para a conta do governo. E eleição é sempre uma questão de esperança. O eleitor quer uma mudança. Pode ser para pior? Pode. Mas ele pensa: vamos tentar, porque do jeito que está não dá. Como imagina o cenário de 2030? A centro-direita vai continuar forte, mas acho que o bolsonarismo, como movimento comandado pela família Bolsonaro, tende a perder espaço. Em 2030, acho que o Tarcísio vem. Mesmo que Flávio seja eleito presidente? Mesmo assim. O Tarcísio não concorreu agora por três motivos: gratidão ao Jair Bolsonaro; a oportunidade de continuar governador de São Paulo; e porque ele percebeu que a família Bolsonaro preferia perder com Flávio a ganhar com ele. Mas em 2030 será diferente. Tarcísio não poderá disputar novamente o governo paulista e não gosta de ser senador ou deputado. É um executivo. Mesmo que Flávio ganhe e queira tentar a reeleição, acho que Tarcísio pode enfrentá-lo. Eles estarão em partidos diferentes. Você considera que algum acontecimento pode mudar o resultado desta eleição? Um debate ruim ou um escândalo de última hora? Acho muito difícil. Claro que eleição é eleição – e é preciso tomar cuidado com o salto alto. Mas os dois grupos são muito diferentes. A tribo bolsonarista e a tribo petista-lulista são como água e azeite. O eleitor do Bolsonaro pode até desistir de votar no Flávio, mas não vai votar no Lula. E o eleitor do Lula não vai votar no Bolsonaro. As pessoas falam: e se Flávio for muito mal no debate? Vou falar algo que pode soar uma besteira enorme: não muda nada. Até um escândalo não deve mudar nada. O eleitor pode ficar decepcionado e deixar de votar, mas dificilmente vai atravessar para o outro lado. E a abstenção? Pode ser decisiva numa disputa apertada? A abstenção tem outra questão importante: os cadastros eleitorais do TSE são muito desatualizados. Há pessoas que morrem e a família não comunica, outras mudam de cidade e não atualizam o título. Isso prejudica a interpretação dos números. Mas a abstenção costuma ser muito parecida entre o primeiro e o segundo turno. Neste ano tivemos cerca de 21% no primeiro turno. Acho que vamos ter mais ou menos isso no segundo.
Com o objetivo de aproximar o cidadão parnamirinense desse ato de solidariedade, a Câmara de Parnamirim, em parceria com o Hemonorte, realiza, nesta quarta-feira (21), das 8h30 às 16h30, mais uma edição da Campanha Cidadão Sangue Bom. A esteticista Ana Paula Ferreira, que participou da primeira edição, aproveitou a facilidade da vinda da unidade móvel do Hemonorte até à Casa Legislativa para chegar cedo e ser a primeira doadora do dia. A expectativa é fortalecer a cooperação entre legislativo e Hemonorte e garantir que a unidade visite mensalmente a Câmara de Parnamirim.
“A parceria entre a Câmara e o Hemonorte foi atualizada, voltando-se agora para um processo de continuidade. Estamos retornando com a unidade móvel, por meio do programa ‘O Hemonorte vai até você’, que permite ampliar o acesso dos cidadãos à doação. Com esse novo modelo, que estamos iniciando hoje aqui, viabilizaremos a visita da unidade todos os meses, em uma data fixa”, explicou Miriam Mafra, diretora de apoio técnico do Hemonorte.
Na unidade móvel, adquirida em setembro, são realizadas todas as etapas do processo de doação de sangue, que incluem cadastro, verificação dos sinais vitais, entrevista com a médica, primeiro lanche, doação e segundo lanche. “O cidadão de Parnamirim é sempre muito participativo. Nossa expectativa é que ocorram, no mínimo, de 50 a 60 doações hoje. A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta, mas também é uma ação de cidadania consciente”, afirmou Miriam.
O servidor público Carlos Alberto voltou à Câmara de Parnamirim para realizar sua segunda doação de sangue. Ele também participou da primeira edição da campanha, que ocorreu em 2025. “Eu vim pela facilidade de acesso, já que moro aqui. Facilita muito a logística quando eles realizam essa ação na Câmara”, comemorou Carlos Alberto.
Os servidores da Casa Legislativa também participaram da ação. A recepcionista Jéssica Freitas repetiu o gesto de solidariedade. “Para mim, a doação de sangue representa muito. Só em saber que posso estar salvando uma vida, já sinto muita alegria e felicidade”, afirmou.
Quem pode doar
Podem doar sangue pessoas com idade entre 16 e 69 anos, peso igual ou superior a 50 kg e boas condições de saúde. É necessário não apresentar sinais de gripe, resfriado ou febre nos últimos sete dias e não ter feito tatuagem ou colocado piercing nos últimos 12 meses. Gestantes e lactantes com até 12 meses após o parto também não podem doar.